Novelas, muitos no início dessa palavra dirão: novamente este
assunto? Eu digo: sim, novamente este assunto. As novelas, sem que
as famílias percebam, estão destruindo os lares, criando marginais,
estão se tornando escola de assassinos, terroristas, estupradores e
seqüestradores, seqüestradores dos próprios parentes, mandantes de
assassinatos de esposos, tramas infiéis e acordos para se matar o
cônjuge, local de amostra de falsas vidas, local de vendas de
ilusões que se buscada na vida real como as novelas apresentam se
chegará por certo no mais vil modo de viver, novelas, enfim, laços
de satanás para prender os tolos, enredo do diabo colocado na mente
de escritores dando-lhes a garantia do retorno do muito dinheiro que
na Terra tudo compra, mas no céu nada vale.
As novelas destituem Deus
dos corações e elevam o diabo a feitor do bem, basta ver a novela
que acabou, o diabo era buscado como ouro precioso, o diabinho
quando tirado de uma garrafa e jogado fora teve a piedade do filho
do fazendeiro na ficção, vejam, o personagem ficou com pena do
diabo, o chamou de coitado, disse ele “por que faz assim com o
coitado.”
Vejam, amados, o que
levam as novelas, elas levam o cidadão a ter misericórdia do diabo,
como se ele fosse um inocente, maltratado pelos seres humanos, as
novelas invertem as coisas espirituais, o bom passa a ser mal e o
mal passa a ser bom, mas tinha que ser assim mesmo, pois no ambiente
do diabo quem “reina” é ele, fazendo e acontecendo na vida dos seus
subservientes, não é à toa que geralmente os escritores de novelas e
diretores têm em suas vidas fatos tristes a contar, fatos que não
são costumeiro acontecer na vida dos que em Cristo Jesus depositam a
sua fé, honram sua presença, respeitam seus mandamentos e não fazem
pouco caso Dele, Senhor e Salvador de toda a humanidade.
Vejam a Santa Rita de
Cássia, Filha única, foi mãe, viúva, religiosa e
estigmatizada. Nasceu em Maio do ano 1381, um ano depois da morte de
Santa Catarina de Siena. A casa natal de Santa Rita está perto de
Cássia, entre as montanhas, a umas 40 milhas de Assis, na Úmbria,
região de centro de Itália que outros santos deu a Igreja Católica
(São Benedito, Santa Escolástica, São Francisco, Santa Clara, Santa
Ângela, São Gabriel, Santa Clara de Montefalco, São Valentim e
muitos mais). A vida de Santa Rita começou no tempo das guerras,
dos terremotos, das conquistas e rebeliões. Países europeus
invadiam outros países, cidades atacavam outras cidades vizinhas,
então vizinhos atacavam os vizinhos, irmãos lutavam contra irmãos.
Os problemas do mundo eram maiores que o da política, os governos
precisavam urgentemente resolvê-los, assim era o ambiente em que
veio ao mundo Santa Rita de Cássia. Santa Rita foi, segundo a sua
biografia, nascida dos devotos, Antonio Mancini e Amata Ferri, que
eram conhecidos como os "Pacificadores de Jesus Cristo", pois eram
chamados para apaziguar brigas entre vizinhos.
Nesta
tarefa, os Pacificadores de Jesus Cristo não necessitavam de
discursos poderosos nem discussões diplomáticas, somente usavam o
Santo Nome de Jesus. Entendiam que somente assim se pode apaziguar
as almas. Apesar da idade avançada, Amata, dizem de 62 anos, nunca
deixou de confiar em Deus e foi assim que Deus atendeu às suas
preces, nos conta a história que um anjo apareceu a ela e lhe
revelou que ela daria à luz uma menina que seria a admiração de
todos, escolhida por Deus para manifestar a todos os seus prodígios.
Assim veio Rita ao mundo.
Sua
vida adulta: Ela queria ser religiosa
durante toda sua vida, mas seus pais, Antônio e Amata, avançados em
idade, escolheram para ela um esposo, Paolo Ferdinando, o que não
foi uma decisão muito sábia. Mas Rita obedeceu. Quis Deus assim
dar-nos nela o exemplo de uma admirável esposa, cheia de virtude,
ainda mais nas difíceis circunstâncias. Depois do matrimônio, seu
esposo demonstrou ser bebedor, mulherengo e abusador. Quanto padeceu
ela no longo período de 18 anos que viveu com seu esposo! Não tem
conta as vezes que bebeu o cálice da amargura até a última gota;
incontáveis os atos de paciência e resignação que praticou, as
lágrimas ardentes que derramou. Injuriada sem motivo, não tinha uma
palavra de ressentimento; espancada, não se queixava e era tão
obediente que nem à Igreja ia sem a permissão de seu brutal marido.
Sua
vida matrimonial e filhos: Para enfrentar
a fúria do seu brutal marido Rita encontrou sua fortaleza em Jesus
Cristo, em uma vida de oração, sofrimento e silêncio. Tiveram dois
gêmeos, os quais tiveram o temperamento do pai. Rita se preocupou e
orou por eles. Depois de vinte anos de matrimônio e oração por parte
de Rita, o esposo se converteu, lhe pediu perdão e lhe prometeu
mudar sua forma de ser. Rita perdoa e ele deixa sua antiga vida de
pecado e passava o tempo com Rita nos caminhos de Deus. Isto não
durou muito, porque enquanto seu esposo havia se reformado, não foi
assim com seus antigos amigos e inimigos. Uma noite Paolo não chegou
em casa. Antes de sua conversão isto não teria sido estranho, mas no
Paolo reformado isto não era normal. Rita sabia que algo havia
ocorrido. No dia seguinte, o encontraram assassinado. Sua pena foi
aumentada quando seus dois filhos, que eram maiores, juraram vingar
a morte de seu pai. As súplicas não conseguiram dissuadi-los. Foi
então que Santa Rita, compreendeu que, mais vale salvar a alma que
viver muito tempo, rogou ao Senhor que salvasse as almas de seus dos
filhos e que tirasse suas vidas antes que se perdessem para a
eternidade por cometer um pecado mortal. O Senhor respondeu a suas
orações... Os dois padeceram de uma enfermidade fatal. Durante o
tempo de enfermidade, a mãe lhes falou docemente de amor e do
perdão. Antes de morrer conseguiram perdoar aos assassinos de seu
pai. Rita esteve convencida de que eles estavam com seu pai no céu.
Rita
no Convento: Ela queria dar entrada no
convento das irmãs Agostinianas, mas não era fácil conseguir. Não
queriam uma mulher que havia estado casada. A morte violenta de seu
esposo deixou uma sombra de dúvida. Ela se voltou de novo a Jesus em
oração. Ocorreu então um milagre. Uma noite, enquanto Rita dormia
profundamente, ouviu que a chamavam: Rita, Rita, Rita! Isto ocorreu
três vezes, a terceira vez Rita abriu a porta e ali estavam Santo
Agostinho, São Nicolau de Tolentino e São João Batista de qual ela
havia sido devota desde muito menina. Eles lhe pediram que os
seguissem. Depois de correr pelas ruas de Roccaporena; no pico de
Scoglio, onde Rita sempre ia orar sentiu que a levantaram no ar e a
empurravam suavemente. Encontrou-se acima do Monastério de Santa
Maria Madalena em Cássia. Então caiu em êxtase. Quando saiu do
êxtase se encontrou dentro do monastério embora todas as portas
estivessem trancadas, ante aquele milagre as monjas Agostinianas não
puderam negar-lhe entrada.
Suas
provações: Durante seu primeiro ano, Rita
foi posta a prova não somente por suas superioras, senão pelo mesmo
Senhor. Foi-lhe dado a passagem da Escritura do jovem rico para que
meditasse. Ela sentia em seu coração as palavras! Um dia Rita foi
posta a prova por sua Madre Superiora. Para colocar à prova a
obediência da noviça, a Superiora do convento ordenou-lhe que
regasse de manhã e à tarde um galho seco, provavelmente um ramo de
videira ressequido e já destinado ao fogo. Rita não ofereceu
dificuldade alguma, e de manhã e de tarde, com admirável
simplicidade, cumpria essa tarefa, enquanto as irmãs a observavam
com irônico sorriso. Isso durou cerca de um ano, segundo algumas
biografias da Santa. Rita o fez obedientemente e de boa maneira. Uma
manhã a planta se havia convertido em uma videira com flores e deu
uvas que se usaram para o vinho sacramental. Dizem que desde este
dia segue dando uvas.
Sua
chaga: Santa Rita de modo especial
exercitava-se na contemplação dos mistérios da Paixão e Morte de
Jesus; a tanto chegou o seu amor na consideração das dores de Jesus
que, um dia, prostrada aos pés do Crucificado, pediu amorosamente ao
Senhor que lhe fizesse sentir um pouco daquela imensa dor que ele
havia sofrido pregado na cruz. Da coroa que cingia a cabeça da
imagem do Redentor, desprendeu-se um espinho, que se cravou na
fronte da Santa, causando-lhe intensíssimas dores até à morte; o
penhor do amor de Jesus por sua serva não podia ser mais certo nem
mais extraordinário; era um tormento indizível para purificar,
depurar, a virtude de Rita. Aquela ferida era, na verdade fonte
celestes, de alegria, doçuras para a Santa, mas, ao mesmo tempo, de
desgosto para as religiosas que não podiam suportar a vista daquela
repugnante ferida, vendo-se, por esse motivo, obrigada a viver
isolada de suas amadas irmãs. As chagas de Santa Rita, sem dúvida
exalavam um odor pútrido, pelo que devia afastar-se das pessoas. Por
15 anos viveu sozinha, longe de suas irmãs monjas. O Senhor lhe deu
uma trégua quando quis ir a Roma para o primeiro ano Santo. Jesus
removeu o estigma de sua cabeça durante o tempo que durou a
peregrinação. Quando chegou de novo a casa o estigma voltou a
aparecer e teve que se afastar de novo das irmãs.
Início de
sua morte: Quando estava no leito de morte pediu ao Senhor que lhe
desse um sinal para saber que seus filhos estavam no céu. A meados
de inverno recebeu uma rosa do jardim perto de sua casa em Roccaporena. Pediu um segundo sinal. Esta vez recebeu um figo do
jardim de sua casa em Roccaporena, ao final do inverno. Os últimos
anos de sua vida foram de expiação. Uma enfermidade grave e dolorosa
a deixou imóvel sobre sua humilde cama de palha durante quatro anos.
Ela observou como seu corpo se consumia com paz e confiança em Deus.
Sua
morte: Santa Rita percorreu o caminho da
perfeição, a via purgativa, a iluminativa e unitiva. Conheceu o
sofrimento e em tudo cresceu em caridade e confiança em Deus. O
crucifixo é seu melhor Mestre. Diz, próxima a morte: "Chegou o
tempo, minhas queridas irmãs, de sair deste mundo. Deus assim o
quer. Muito vos ofendi por não vos ter amado e obedecido como era de
minha obrigação; com toda minha alma vos peço perdão de todas as
negligências e descuidos. Reconheço que vos tenho molestado por
causa desta ferida da fronte; rogo-vos que tenhais piedade das
minhas fragilidades. Perdoai minhas ignorâncias e rogai a Deus por
mim, para que minha alma alcance a paz e a misericórdia da clemência
divina..." Cessou de falar e cerrou os olhos como se estivesse
dormindo por certo só acordou no céu entre anjos e santos. Dizem que
naquele convento só se ouviam os soluços das freiras, mas o sino
começou a tocar sozinho, anunciando a sua partida deste mundo. Era o
dia 22 de maio de 1457 e contava a santa 76 anos de idade. Era o fim
de uma vida cheia de sofrimentos. (Fonte:
http://pt.wikipedia.org)
Vejam, a
esta santa a novela trata com desdém, põe uma atriz aloucada, esta
travestida de beata começa uma palhaçada, todos que assistem seu
personagem nem um pouco lembram da vida de Santa Rita, mas dão boas
gargalhadas, outros dizem “são assim mesmo as beatas, as carolas,
ela está perfeita, são loucas mesmo estas mulheres que frequentam as
igrejas e entregam suas vidas a Jesus”, isto é o que diziam
assistindo aquela atriz em seu perfeitíssimo papel, mas perfeitíssimo
para quem? Ela fala muito de Santa Rita, sua santinha, e joga o nome
do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de forma torpe no mundo, sua
personagem na novela vive só chamando o nome do Senhor Jesus Cristo,
aquele procedimento nem em uma ficção pode ocorrer, o nome do Senhor
Jesus está acima de todos os nomes, que esta pronúncia venha sempre
com respeito da boca de quem quer que seja ou onde quer que seja,
não com badernagem para fazer gracejos a milhões de
telespectadores. É, amados, novelas são laços de satanás para
destruir a fé da humanidade.
Assista
quem quiser, Cristo continua a dizer: “Vinde a mim”, surdo o
povo está indo às novelas, um dia com certeza Cristo estará frente a
frente com cada um de nós, e aí? Será que as novelas nos permitirão
morada em sua casa?
Esta é nossa Palavra
Amiga.