Vejam que beleza:
“Em tempos de crise, os suplentes de senadores estão
na linha de frente da defesa do presidente José Sarney (PMDB-AP) e do governo na
CPI da Petrobras. Antes discriminados, eles passaram a ser bajulados e a ocupar
cargos de destaque na Casa. A Folha apurou que, em troca da exposição, os
suplentes tiveram a garantia de que a discussão da emenda constitucional que
acabaria com os senadores sem voto não avançará. Duque é o único segundo
suplente em atividade no Senado. Assumiu o cargo porque Sérgio Cabral (PMDB) foi
eleito governador do Rio de Janeiro e convocou o primeiro-suplente, Regis
Fichtner, para ser seu secretário no Estado. O mandato dele vai até 2011. Ao
assumir o colegiado, deu a senha: "Os suplentes são importantes e devem
continuar existindo.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2607200902.htm
Digam-me: quem pôs Cabral como governador do Rio? Claro, foi o povo. Se o Cabral
se alinha a quem quer e faz o que bem entende, manda para o Senado Suplente do
Suplente, se este diz que pouco está se lixando para opinião pública, pois
Cabral tem como garantir sua permanência como senador, basta a ele em uma nova
eleição, ser suplente do suplente de sei lá quem, e irá para o Senado, de quem é
a culpa? Se este virar senador na ativa e ridicularizar a opinião pública, a
culpa é de quem? Do povo do Rio de Janeiro.
O povo sempre terá culpa nos desmandos, nas vergonhas praticadas pelos
políticos, ou o povo vota certo ou cada dia mais Cabral, Duque, Lula, quem quer
que seja continuará a rir do povo, defendendo canalhas, ladrões, críticos dos
anseios populares, pessoas que não estão nem aí para a opinião pública. A
continuar como está, os Brasileiros assistirão cada dia mais e mais a vergonhas
sendo noticiadas dos políticos nacionais, nada será feito.
Vejam de onde surgiu esta criatura bizarra, comedor dos impostos dos
Brasileiros, e não estão nem um pouco se lixando para o que dizem os
brasileiros, a opinião publica. O senador suplente, segundo a folha, surgiu na
ditadura.
“O segundo suplente foi instituído em 1977 pelo
general Ernesto Geisel, quando o Congresso estava fechado, com a emenda 8 -a
mesma que criou o senador biônico. A justificativa para a existência dos
suplentes é o fato de que a eleição para senador é majoritária -tal como a do
presidente, que é eleito com seu vice. Mas, até o regime militar, os
vice-presidentes também eram eleitos diretamente -Jango, em 1955, teve mais
votos que Juscelino.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2607200903.htm
Quer dizer, esta vergonha vem da ditadura e permanece até hoje, fala-se tanto da
ditadura dos Generais, mas nem tudo dos generais é apagado de vez, não é apagado
porque serve a alguns, ou melhor, a alguns que têm dinheiro, aí realizações da
ditadura ficam como lei. Muita coisa tem que ser mudada na política, aí está um
ponto a ser discutido, ou melhor, acabado de vez esta de senador suplente,
achamos que se o Senador que foi eleito não pode assumir ou faleceu, que se faça
nova eleição no estado ou que a vaga fique em aberto se próximas estiverem as
eleições, o que não pode é um Duque da vida apadrinhado por Cabral, que não é o
descobridor do Brasil, fazer o que bem quer, dizer que pouco está se lixando
para a opinião pública, zombando dos eleitores não dele, mas do Regis Fichtner,
que participou das eleições; este sim é que deveria ser o Senador atual do Rio,
mas sabe-se lá por que é agraciado pelo Cabral, que chamando o Regis para ser
secretário no Estado, abre vaga para o Duque, que desrespeita vergonhosamente a
opinião pública.
É, senhores do Rio, as eleições vêm aí, e nas ruas estará a pedir voto novamente
o Sr. Regis Fichtner, tendo o Duque por trás e o Sergio Cabral à Frente. Como se
portará o povo? Será que lembrará que eles pouco estão se lixando para opinião
publica?
Quanta vergonha, Rio, parece que não tens identidade política, parece que aí
tudo se resume em samba, futebol e carnaval, caipirinha com feijoada, nada
mais. Será que o Rio pretende um dia lançar alguém, um político à candidatura da
presidência da república? Quem coloca um Duque como representante seu no Senado,
e este representante não tem respeito por ninguém do Rio, nação, pelos seus
conterrâneos espalhados Brasil afora pode pensar, somente pensar em ter um
Presidente da Republica? É melhor parar por aqui, é muita vergonha mostrada
perante os céus do País.
Esta é Nossa Opinião
Em 26.07.2009
Wilame Lima Silva