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Precaução no Falar
 

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover edificação, para que dê graças aos que o ouvem” (Efésios 4:29). Quantas bocas só pronunciam palavras torpes? Quantas bocas não servem só para amaldiçoar e maldizer, quantas bocas não abjuram a palavra de Deus e apreciam as palavras do anjo caído?

Amados, Paulo, por inspiração do Espírito Santo nos doutrina a não pronunciarmos palavras torpes, mas palavras que edificam, palavras que encham de graças a vida do irmão. Amados, que a nossa boca seja um rio de bênçãos, que a nossa boca seja para proferir os feitos do Senhor, que a nossa boca abençoe não amaldiçoe, que a nossa boca nos leve ao céu, não nos ponha no inferno.

Quantos por ira, raiva, ódio, não pronunciam palavras de perdição, perdição de si próprio? Quantos deixam sair de suas bocas palavras que fazem tremer os céus, conotam a todos perdição, nunca salvação? Irmãos, que a nossa boca seja para oração, gratidão, pedidos de clemência e misericórdia a Deus. Quantos, sabendo que em suas bocas está a benção e a maldição, optam pela maldição, optam em se fazerem devassos em suas palavras, optam em proferir pornografias? Sujos de pronúncias estão perdidos para o reino de Deus, caminhantes para perdição eterna.

Vigiemos nossa bocas, que “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa  para promover  edificação , para que dê graças aos que o ouvem”. Amado, em todos os instantes Deus junto a nós está, e estando junto a nós não quer ouvir da nossa boca elevação ao anjo caído, então que pensando nisto limitemos nossa palavras, vejamos o que elas estão edificando em nós, aonde estão nos levando ou a aonde nos levarão. Da boca, eu sei, vem benção ou maldição, então por que trazer para mim maldição e não bênçãos?

Amados, que toda amargura, ira, cólera e gritaria seja arrancada de nós, sejamos antes pessoas pacíficas, sensatas, sejamos para com os outros, para com os que nos ouvem ou vêm a nós mesmo com gritos, sensatos e cheios do amor de Deus que nos manda amar ao próximo como a nós mesmos.  Controlemos nossa raiva, nossa ira, que a amargura não nos faça perder o céu, prudência é bom e faz bem ao espírito. Amados, sejamos prudentes no falar, peçamos a Deus um falar santo e moderado, e Deus nos concederá a nossa petição se a Ele formos de todo o coração. Que Deus os abençoe. Amém.

Em 15.04.2009
Wilame Lima Silva

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