Vivendo Para Deus
Irmãos, o pescador da Galiléia, o alcançado e chamado por Cristo a um ministério santo vem nos ensinar que no tempo que nos resta na carne, neste corpo físico mortal, não vivamos segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. Muitos usam o servir a Deus somente para aparecer, se dizem padres, pastores, têm isto não como um santo ministério, um chamamento de Deus, mas um status humano que lhes dá visão e o respeito de muitos. Vejam os padres agora na nova canção ou canção nova, se bem que sei que o cantar de Cristo nunca será velho nem novo, será o mesmo cantar, fará os mesmo prodígios, terá o mesmo poder sempre, vejam estes com suas roupas apertadas, suas calças jeans apertadas com blazer a cobri-los, acompanhados de belas ajudantes, mais parecem artistas, cantores ou animadores de auditório mundano, o que diferencia estas pessoas dos outros artistas às vezes é parte do vestuário, é aquela parte branca que envolve a gola do pescoço, é a palavra que falam, pois falam de Deus, é a música que cantam, se bem que muitos até já cantam as músicas do mundo. Já por outro lado, se são pastores, gostam dos finos ternos bem cortados, gostam que muitos lhes tenham respeito, se dizem guias e as ovelhas têm que lhes ter respeito, seu ministério foi dado por Deus, portanto não se atreva nenhuma ovelha a criticá-los, estes são os líderes hoje nas muitas casas do Senhor. É, amados, o pescador da Galiléia, pela iluminação do Espírito Santo, convida todos a se fazerem de Cristo, se submeterem à vontade de Deus, deixar os almejos, concupiscência dos homens, e se voltarem para Deus de todo o coração fazendo as suas vontades. “Para que no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscência dos homens mais segundo a vontade de Deus”. Esta é a palavra de Pedro, sabemos que o mundo evoluiu, os costumes, seja no vestir, no comer, andar, orar, no rezar mudaram, mas não é necessário que estas mudanças enfraqueçam o âmbito divino, estas mudanças sendo incorporadas ao evangelismo, que sejam motivos de admiração e aplausos, não de críticas, e críticas não construtivas, de não apoio e aceitação da maioria. Não queremos aqui que os padres voltem a viver de batina, mas que usem com respeito a roupa que cobre seu corpo sacerdotal, sem extravagância nem escândalos no vestir, que se portem como senhores de Deus enviados ao mundo, pelo mundo, que em tudo se veja no homem, padre ou pastor, um escolhido de Deus, um chamado por Cristo Jesus para à frente do rebanho estar, que de fato seja um homem de Deus, certificando em tudo que Deus sabe escolher, que seja não um artista do mundo, mas um enviado de Deus, pois se do mundo os sacerdotes já foram, hoje na Terra vivem o céu, pois é o céu que tem que levar aos seus seguidores. Como pode alguém assistir a um ato em contrição a Deus, a Cristo Jesus, um louvor, uma adoração, um programa evangélico cristão dizendo: “Olha a roupa daquele pregador, veja que aperto, veja como sobressai suas vergonhas”? Como, Deus meu? Sabemos, todos somos pecadores e os sacerdotes também o são, todos estão sujeitos às vaidades humanas, mas com o fim voltado para Deus, com jejuns e orações vençamos o mundo e filiemo-nos cada dia mais a Cristo Jesus fazendo somente suas vontades. É, amados, aos que tem se dará mais e mais: força, profecias, palavras, se lhes dará o Santo Espírito tornando-os na Terra um fogo devorador de satanás, mas ao que não tem o mínimo de respeito para com Deus e suas tradições com certeza até aquilo que julgava ter este tido por todos com eficiência e admiração lhe será tirado. Que Deus os abençoe. Amém.
Em
11.08.2009
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